Terça-feira, 20 de Outubro de 2009

ECOS DE PRETENSÃO

 

foto: pauloel

 

ENSAIO SOBRE A ...  ESTUPIDEZ!

 

Por questões de coerência com aquilo que penso, e tenho escrito, continuo a achar que não deve existir censura e que a liberdade de expressão é um direito que nos assiste.

 

No entanto, não consigo ficar indiferente perante as declarações de José Saramago ( laureado pela academia sueca com o Prémio de Alfred Nobel para a  Literatura) durante a apresentação do seu novo livro CAIM, declarações que atacam de forma arrogante a Bíblia Sagrada. 

 

Estalinista, polémico e ateu, Saramago que já nos tinha habituado ao seu estilo próprio de jeito irreverente, agora vem considerar CAIM   como um " exercício contra a religião ", garantindo que a Bíblia não só é "um manual de maus costumes", como também não deve ser lido para crianças visto todo o seu conteúdo ser " absurdo e disparatado". 

 

Será por exemplo objectivo de Saramago roçar a pretensão dos juramentos de verdade começarem a ser feitos com a mão direita em cima do "Evangelho Segundo Jesus Cristo," ou da "Jangada de Pedra" em vez da Bíblia ?

 

Será que com o avançar da idade e o facto de saber que não dura sempre, o leva a questões de lógica de mentalização tipo - "Se não acredito no inferno, o inferno não existe, logo... não vou lá parar "!

 

Já li várias obras dele, algumas gostei, outras nem por isso e até o considero um bom escritor, agora esta manobra publicitária de baixo nível, é apenas mais um dos seus ensaios, desta vez, um ensaio sobre a sua própria estupidez. 

  

Para mim José Saramago não só " CAÍUM ", na consideração de dois mil milhões de cristãos, como demonstrou de forma arrogante que o Prémio Nobel lhe subiu á cabeça, e pensa que lhe dá o direito de promover as suas obras atacando sem escrúpulos a Bíblia Sagrada e  deitando abaixo valores e crenças incutidas em várias gerações pelo mundo inteiro.

 

 Este último livro não se deveria chamar só CAIM,   mas algo mais... assim do tipo:

 

 

" CAÍM... E, TÃO CEDO NÃO ME LEVANTO"

 


publicado por pauloel às 10:57
link do post | favorito
De Anónimo a 22 de Outubro de 2009 às 09:37
Saramago usa de um direito que lhe assiste, escreve sobre o que quer e pensa, contra isso nada a fazer, a censura não cabe nestes tempos.
O que realmente é estranho é que para escrever livros Saramago recorra frequentemente ás "histórias" da Bíblia, como se a imaginação/criatividade o tenham abandonado.
Só lê quem quer...


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